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Parque Histórico lança festa dos Imigrantes Virtual

O site do evento reúne apresentações de dança folclóricas, vídeos de receitas, exposição de fotos e atividades infantis


O Parque Histórico mostra a tradição dos povos fundadores de Carambeí | Foto Wilian Ferreira / Yukê Comunicação

A Festa dos Imigrantes realizada pelo museu Parque Histórico de Carambeí celebra a diversidade étnica da região na perspectiva da imigração. É um evento que carrega a identidade da instituição e difunde a memória dos imigrantes por meio de apresentações culturais e da gastronomia típica. Neste ano o evento ganhou uma versão digital que está disponível no site: www.aphc.com.br/festa-dos-imigrantes.


O historiador e coordenador cultural do Parque Histórico de Carambeí, Felipe Pedroso, entusiasta desta festividade conta que com esse evento o museu mostra a tradição dos povos aqui estabelecidos.


No entanto, devido à pandemia a equipe pensou em um novo formato para a festa. “Criada em memória dos diferentes grupos étnicos e culturais formadores da sociedade carambiense e dos Campos Gerais, a Festa dos Imigrantes busca celebrar a chegada dos imigrantes e sua pluralidade cultural. O evento possibilita a difusão da diversidade na culinária típica, trabalhos artesanais e souvenires, propagando as diferentes formas de identidade com apresentações e manifestações artístico-culturais. Contudo, pelas incertezas do cenário pandêmico, a festa deste ano será em formato virtual. Esperamos que no próximo ano possamos celebrar juntos de forma física e presencial, num cenário de mais segurança."

A versão digital é composta por diversos materiais com a proposta de proporcionar ao público, mesmo que virtualmente, uma imersão nas diferentes culturas representadas no evento. "Criamos e reunimos uma série de conteúdo para a edição virtual. Disponibilizamos vídeos de receitas com a história das matrizes culinárias da região e seus contextos; da cultura e trajetória dos grupos étnicos, atividades infantis e de apresentações folclóricas”.

Com essa ação é possível romper as barreiras geográficas do museu e levar a cultura dos imigrantes a todos os lugares.